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Os romanos Tito Lívio (historiador) e Virgílio (poeta) narraram a mais conhecida das histórias existentes sobre a fundação de Roma.

O trono de Alba Longa, na península Itálica, foi usurpado por Amúlio, irmão mais novo de Numitor. Os filhos de Numitor foram mortos. A única filha, Réa Sílvia, foi poupada. Mas, para que nunca tivesse filhos que pudessem recuperar o trono, Amúlio determinou que ela se tornasse sacerdotisa.

Contudo, Réa Sílvia teve gêmeos, que atribuiu a Marte, o deus da guerra. Mesmo assim, seu tio ordenou que fossem colocados numa cesta e lançados ao rio Tibre. Para saber a continuação dessa história, leio o texto a seguir.

         “Uma loba encontrou os bebês, atraída pelo seu choro. Em vez de matá-los e comê-los, ela cuidou dos dois, alimentando-os com o próprio leite. Pouco depois, um velho pastor chamado Fáustulo estava observando seu rebanho quando viu pegadas frescas de um lobo. [...] ele foi procurar o animal para mata-lo. Para sua surpresa, ele encontrou os menininhos e a loba [...]. Fáustulo os levou consigo para casa e os mostrou à mulher, Laurência. [...] o casal decidiu criá-los, tendo-lhes dado os nomes de Rômulo e Remo. [...]

Um dia, houve uma discussão entre os gêmeos e alguns vaqueiros que cuidavam dos rebanhos de Numitor. Os vaqueiros acusaram os gêmeos de roubar gado. Houve uma briga e, no meio da confusão, Remo foi preso.

Numitor ficou intrigado ao vê-lo. [...] Quando o rapaz lhe disse a idade e que tinha um irmão gêmeo, o velho homem percebeu que falava com o próprio neto. [...] Contou aos gêmeos quem eles de fato eram e que seu tio-avô malévolo queria vê-los mortos.

Rômulo e Remo concordaram em ajudar o avô a recuperar o trono de Alba Longa. Eles conduziram seus companheiros pastores até a cidade e lançaram um ataque de surpresa a Amúlio, matando-o em seu palácio. Numitor recebeu as boas-vindas do povo de Alba Longa como rei legítimo.

Os gêmeos agora eram príncipes de Alba Longa. Mas [...] sentiam falta das colinas do rio Tibre [...]. Eles terminaram por resolver voltar para lá e fundar sua própria cidade.

Tendo chegado ao Tibre, os irmãos começaram a discutir sobre o lugar em que a cidade deveria ser construída. Remo dizia que deveria ser na colina Aventina, mas Rômulo dizia que eles deveriam escolher a colina Palatina.

Por fim, decidiram pedir aos deuses que resolvessem a questão. Cada um deles ficou de pé na colina [...] e olhava para o céu em busca de [...] sinais dos deuses. Dentro de pouco tempo, um bando de urubus começou a fazer círculos bem no alto. Seis deles voaram ao redor de Remo, que gritou: Veja! Os deuses me escolheram!

Mas doze abutres rodearam Rômulo. Ele começou a marcar a linha fronteiriça de sua cidade, e seus seguidores a cavar uma profunda valeta.

Remo observava com raiva crescente. [...]  Por algum tempo, Rômulo ignorou os desaforos de Remo, mas quando este e seus seguidores começaram a ultrapassar a linha de fronteira, ele perdeu a paciência. Seguiu-se uma luta de pás e picaretas. Remo foi morto.

A nova cidade recebeu o nome de Roma, em homenagem a Rômulo.”

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